Andreia Macial

Arthur é destaque do Madureira (Foto: Andreia Macial/Divulgação)

RADAR/LANCE!
03/02/2016
06:35
Rio de Janeiro (RJ)

Os gols aos nove do primeiro tempo, e aos dois da etapa final contra o Vasco, ligaram o sinal amarelo em Conselheiro Galvão para o jogo contra a Cabofriense, às 17h, quarta-feira, 3, partida válida pela segunda rodada do Carioca. Para não ter que correr atrás do placar todo o cuidado é pouco em casa.

O meia-atacante Arthur, que taticamente mudou de posição no decorrer da partida contra o Vasco, reconhece que as viradas no placar estão cada vez mais difíceis no futebol, e que sair atrás no placar pode causar ansiedade na equipe dirigida por Alfredo Sampaio.

- A padronização do tamanho dos campos dificulta abrir espaços em busca do gol. A partida contra o Vasco serve de lição para nossa equipe, que conseguiu equilibrar a partida em São Januário nos 15 minutos finais do primeiro tempo contra o Vasco. Estamos ciente que a atenção e concentração no posicionamento tático será fundamental para não sermos surpreendidos pela Cabofriense em casa - disse Arthur.

Uma peculiaridade envolve Arthur nesse início de campeonato. As duas primeiras rodadas são contra seus ex-times. Ano passado o jogador disputou pelo time de Cabo Frio e sabe que o adversário vem em busca da primeira vitória. Apesar da reformulação do plantel da Cabofriense, Arthur reconhece que a individualidade pode ser decisiva por parte do Tricolor Praiano.

- As muitas contratações da Cabofriense podem demorar um pouco para a equipe demonstrar entrosamento. Portanto, é preciso uma marcação bem organizada porque o time deles pode apostar nas jogadas individuais. Outra questão que destaco é o congestionamento do setor de meio-de-campo. Contra o América o Eduardo Húngaro congestionou o o setor criativo com seis jogadores e apenas um atacante isolado - disse.