Wendell Bayern Leverkusen

(Foto: Divulgação | Bayer04.de)

RADAR/LANCE!
11/01/2016
14:09
Orlando (EUA)

Algumas horas após a primeira vitória de 2016, 1 a 0 sobre o Santa Fé, da Colômbia, o lateral-esquerdo Wendell já pensava no segundo compromisso do Bayer Leverkusen pela Florida Cup, torneio amistoso que está sendo realizado nos Estados Unidos. E a última partida antes do retorno à Alemanha será justamente contra um velho conhecido: o Internacional, maior rival do Grêmio, seu último clube no Brasil. O jogo acontece na quarta-feira, em Orlando, às 23h30 (horário de Brasília).

- Curioso mesmo voltar a enfrentar o Inter, muito difícil de acontecer uma situação como essa em uma temporada normal, mas vai ser legal. A rivalidade com o Grêmio é realmente muito grande, vivi isso em Porto Alegre, uma cidade que me traz boas recordações, foi lá que minha carreira deu um salto gigante. Voltei a Porto Alegre pela primeira vez no final do ano passado para participar do jogo beneficente do D’Alessandro, pude matar a saudade de alguns amigos, e agora vou enfrentar o Inter também pela primeira vez desde que saí do país. Claro que aqui vai ser uma situação completamente diferente do que passei quando joguei Grenal, pelas circunstâncias que envolvem o clássico. Sobre o jogo, acho que os dois times vivem momentos distintos, a gente em meio de temporada, eles começando do zero, mas as duas equipes têm qualidade e com certeza vão fazer um espetáculo bem interessante – analisa o atleta de 22 anos.

No primeiro compromisso pela Florida Cup, Wendell ajudou o Bayer a superar o Santa Fé por 1 a 0 em uma partida equilibrada. O técnico Roger Schmidt escalou o time preservando alguns titulares, que acabaram entrando somente na segunda etapa, caso do lateral brasileiro. E foi justamente durante o segundo tempo que a vitória foi conquistada, com gol solitário de Kiebling.

- Foi uma partida dura, a equipe deles era muito forte fisicamente. Apesar de termos jogado com um time que não costuma ser escalado, não dá para dizer que sofremos com desentrosamento, porque nos conhecemos bem e treinamos juntos há bastante tempo. Acho que os fatores que mais nos dificultaram foram a qualidade do adversário e o ritmo forte de treinos. Esse período de preparação sempre acaba deixando as pernas mais pesadas. Foi bom pelo teste contra uma escola diferente, que não estamos acostumados a enfrentar, e também pela vitória. É sempre bom vencer, não importa se é amistoso ou jogo valendo. Sempre que entramos em campo, é para vencer – completa.