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Gum 'Guerreiro': entre altos e baixos, Gum já fez 324 partidas pelo Flu (Foto: Celso Pupo/Fotoarena/LANCE!Press)

Matheus Dantas
14/06/2016
06:35
Rio de Janeiro (RJ)

Os papéis se inverteram nas Laranjeiras. Após sete rodadas do Campeonato Brasileiro, a defesa do Fluminense é o ponto forte do time. Com apenas seis gols sofridos, é terceira zaga menos vazada do torneio. Um símbolo do bom momento vivido pelos comandados de Levir Culpi é o experiente Gum, novo dono da braçadeira de capitão do Flu.

Dono da camisa 3 e jogador com mais tempo de casa nas Laranjeiras, Gum assume o posto de capitão com naturalidade, mas assume que a responsabilidade fica um pouco maior.

– Para mim não muda muita coisa. Vou continuar sendo a mesma pessoa. Se me escolheram para ajudar, vou continuar do mesmo jeito. Temos que nos empenhar ao máximo. Claro que a responsabilidade aumenta, mas continuarei amigo de todos e tentando motivar meus companheiros da forma que sempre fiz. Ajudando dentro e fora de campo. Não sou muito apegado a isso, de ser ou não capitão – declarou Gum, que já atuou 324 vezes pelo Fluminense.

O bom desempenho defensivo no Brasileirão, no momento, não é o suficiente para que o Flu dispute as primeiras posições. Muito por conta dos números ruins do ataque, que só balançou a rede sete vezes no torneio.

Para Gum, tanto os méritos da defesa quanto os momentos não tão bons do ataque devem ser divididos entre todo o elenco do Fluminense.

– A equipe tem crescido, está se ajustando. Estamos conseguindo ter um time competitivo, que não está se expondo tanto. Isso nos dá certeza de que arrumando a casinha vamos ter tranquilidade para fazer os gols na frente. Seria ruim se outros setores também não estivessem bem nesse momento – avaliou o zagueiro.

Apesar das palavras de calma de Gum, a fase do ataque preocupa nas Laranjeiras. No Brasileiro, são apenas 25 finalizações certas do Flu. De acordo com os números do Footstats, o time de Levir Culpi ainda lidera no quesito chutes errados: são 73 tentativas sem sucesso. Para Gum, está faltando tranquilidade.

– Criamos chances, mas a bola não entra. Sabem que temos que começar a fazer os gols logo – disse.