Fluminense x Avaí (Foto: GILSON BORBA/FUTURA PRESS)

Jogadores do Fluminense comemoram gol na partida contra o Avaí (Foto: Gilson Borba/FUTURA PRESS)

LANCE!
25/11/2015
07:25
Rio de Janeiro (RJ)

Se boa parte da torcida do Fluminense já pensa em quem será contratado para a próxima temporada ou quem pode deixar o clube, torcedores de pelo menos sete equipes que ainda não definiram seus objetivos no Campeonato Brasileiro estarão bem atentos aos jogos do Tricolor neste fim da competição.
Isto porque os comandados do técnico Eduardo Baptista ainda encaram nas duas últimas rodadas adversários que brigam por vaga na Libertadores ou contra o rebaixamento.

No próximo sábado, a equipe recebe o Internacional, às 19h30, no Maracanã. O Colorado está empatado em pontos (56) com o São Paulo, que atualmente ocupa a quarta colocação na tabela. Já na última rodada, o Fluminense vai até Santa Catarina encarar o Figueirense, que luta contra a queda.

– Quem está acostumado a ganhar, quem tem caráter, com certeza não vai entrar para entregar um jogo. É nossa honra. Nós, que representamos milhões de torcedores, a camisa do Fluminense, não vamos entrar para beneficiar alguém. Esquecemos os nosso problemas em campo. O Corinthians aplicou 6 a 1 no São Paulo com o time reserva e antes do jogo vários críticos diziam que não podia dar férias, que pode prejudicar e iriam facilitar para o São Paulo… – disse o capitão Fred, rechaçando qualquer possibilidade de corpo mole.


Eurico confia no Fluminense

Não é porque Vasco e Fluminense são adversários políticos que o presidente cruz-maltino, Eurico Miranda, acredita que o rival entrará disposto a perder a partida pela última rodada, contra o Figueirense. O Vasco é adversário direto dos catarinenses contra o rebaixamento.

– Um monte de gente fala sobre isso, mas na prática não funciona. Cada um tem seu imaginário. Mas futebol vem da pelada. Ninguém joga pelada para perder, todo mundo entra para ganhar – afirmou Eurico, negando qualquer possibilidade de fazer contato com a diretoria tricolor.

– Acho que seria altamente ofensivo, por parte de quem imagina e por parte de quem procura imaginar uma situação dessa - encerrou.