Treino do Fluminense, nas Laranjeiras 04/10

Levir Culpi conversa com jogadores do Fluminense (Foto: Nelson Perez/Divulgação/Fluminense)

LANCE!
08/10/2016
06:00
Rio de Janeiro (RJ)

O torcedor do Fluminense já se acostumou nesta temporada com os altos e baixos vividos pelo Clube das Laranjeiras. Crise no Carioca, queda de Eduardo Baptista, reformulação no departamento de futebol, saída de Fred... Chegada de Levir, título da Primeira Liga, vitórias sobre Corinthians, Grêmio e Galo...

As alternâncias do Flu na temporada refletem em campo. O Tricolor tem 13 vitórias e nove derrotas no Campeonato Brasileiro. A maior sequência invicta foi de cinco jogos, entre a quarta e oitava rodada da competição nacional.

O problema é identificado por Levir, que já abordou o tema nas entrevistas. Para o comandante, que chegou às Laranjeiras em março, a falta de uma sequência maior não é reflexo do que sua equipe vem apresentando nos jogos, tanto da Copa do Brasil quanto no Campeonato Brasileiro.

- Nós estamos oscilando nos resultados, mas não no jogo, Estamos atuando regularmente bem contra todos. Ninguém envolve o nosso time e nos dá goleada. É uma vitória, uma derrota, uma vitória... Mas não é em relaçao as atuações - comentou Levir Culpi em recente entrevista.

A expectativa do treinador era des melhora, tanto na parte técnica quanto tática, o que de fato aconteceu. Com a sequência de Marcos Junior entre os titulares, o Tricolor chegou à três vitórias consecutivas no Brasileiro pela primeira e única vez. No entanto, a derrota para o Santos deu fim às chances de título. Além disso, o Peixe abriu cinco pontos em relação ao Tricolor, que agora tem como objetivo o terceiro lugar para ir diretamente para a fase de grupos da Libertadores em 2017.

Durante o mês de junho, o Flu viveu sua pior fase no ano, tanto que Levir Culpi chegou a colocar o cargo à disposição da diretoria tricolor após o empate em 1 a 1 com o Ypiranga-RS, pela Copa do Brasil, em Volta Redonda.

Dois protestos aconteceram de forma violenta, com a participação de torcidas organizadas, que atacaram a atual gestão de Peter Siemsen e jogadores como Gum e Cavalieri, mas também foram ouvidos cantos como "Ah, é Celso Barros", ex-presidente da Unimed, que confirmou candidatura ao pleito presidencial.

Dentro do clube, a percepção era de que as manifestações tinham motivações políticas pela proximidade com o pleito a ser realizado no dia 26 de novembro. Atualmente, quatro chapas concorrem à eleição presidencial no Fluminense.