Bangu x Fluminense (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

Vitória contra o Bangu poderia ter sido mais elástica (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

Vinícius Britto
31/03/2016
08:00
Rio de Janeiro (RJ)

Depois de sete jogos, Levir Culpi deu uma nova cara ao Fluminense. Esboçando a equipe em um 4-2-3-1, que sem a bola se torna duas linhas de quatro - com Osvaldo e Scarpa recuando pelas pontas e Gerson se juntando a Fred - o time valoriza mais a posse da bola e demonstra maior coletividade entre os setores. Os excelente números defensivos com o novo técnico comprovam isto.

A invencibilidade do mês de março possibilitou o clube de estar disputando as duas taças da temporada - Primeira Liga e Taça Guanabara (Carioca vem depois) - depois de um início de ano com crise e reformulação no futebol.

A aposta em Gum, que voltou bem ao time. A oportunidade para Jonathan. A descoberta de Wellington Silva na lateral esquerda. Levir não teve medo de mudar na base da equipe neste começo de ano, e vai colhendo os frutos de sua ousadia. Pierre, antes somente cão de guarda, tenta armar e buscar dar maior qualidade na saída de bola. Um novo Fluminense. Que já demonstra força.