Matheus Dantas
15/11/2016
20:09
Rio de Janeiro (RJ)

Após o empate em 1 a 1 com o Atlético-PR, nesta terça-feira no Maracanã, o técnico Marcão deu explicações para a escalação utilizada na partida, que foi a primeira após a demissão de Levir Culpi do comando técnico do Fluminense. A principal surpresa foi a utilização de Cícero como homem de referência, com Richarlison iniciando o confronto no banco de reservas. O meia Marquinho também foi um dos jogadores que não vinha atuando e apareceu como titular.

- Quando há uma mudança temos que criar situações para deixar o grupo confiante. Achei que o Marquinho deveria estar junto neste momento. É um cara de grupo e que já passou por momentos difíceis aqui no clube. Treinamos a equipe, tivemos variações, chegamos ao gol e poderíamos ter saído com um bom resultado - comentou Marcão, antes de completar:

- No momento que recuamos muito, tirei o Marquinho, era normal ele sentir um pouco (a falta de ritmo). Recuamos o Cícero para fazer a saída de bola e o Richarlison entrou para ser um homem de referência na frente - avaliou.


No comando há dez dias do time, Marcão fez treinos fechados no CT Pedro Antônio, na Barra. Para o comandante, que dirigiu a equipe pela primeira vez no Campeonato Brasileiro, as atividades deram resultados, mas ainda vê margem para a equipe evoluir.

- A gente conseguiu o gol (como fruto da semana de treinos fechados). Posicionamos a nossa equipe e protegemos bem a área. O que pedimos para eles (jogadores) se comprometerem, eles conseguiram. Ainda temos algumas coisas para melhorar, temos capacidade para isso vamos dar o máximo de informação para que a margem de erros diminua. Foi uma formação diferente e a gente acredita que pode tornar o nosso time mais equilibrado - afirmou.

O Fluminense volta a campo no domingo, às 17h, contra a Ponte Preta pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo será no Moisés Lucarelli, e o elenco já inicia a preparação nesta quarta-feira, às 16h, no CT Pedro Antônio, na Barra.