Júlio César será o substituto de Cavalieri, caso se confirme a lesão do camisa 12 (Foto: Mailson Santana/Fluminense F.C.)

Júlio César é o substituto de Diego Cavalieri (Foto: Mailson Santana/Fluminense F.C.)

Matheus Dantas
28/09/2016
20:27
Rio de Janeiro (RJ)

A oportunidade apareceu e Júlio César vai aproveitando muito bem. Enquanto, Diego Cavalieri não se recupera de lesão muscular sofrida em 7 de setembro, o goleiro reserva do Fluminense tem mostrado segurança na meta. No sábado, contra o Sport pelo Brasileirão, o camisa 22 fará sua sexta partida como titular. Os planos do goleiro, que está nas Laranjeiras desde 2014, não param por aí.

- Nós trabalhamos para jogar. Minha intenção era trazer uma boa dor de cabeça para o professor. Tenho tido atuações regulares, mas não jogo sozinho. O time está bem.  O Diego está voltando, mas claro que quero continuar, agora que consegui essa sequência de seis jogos, que é muito importante. Agora fica essa decisão para o Levir Culpi - comentou Júlio César nesta quarta-feira.

Nas Laranjeiras desde setembro de 2014, Júlio César vive sua maior sequência na meta do Fluminense. No total, o goleiro soma 13 partidas pelo tricolor, com 13 gols sofridos. Antes da lesão de Cavalieri, no último Clássico Vovô, na Arena do Botafogo, o último jogo oficial de J. César havia sido em dezembro de 2015.

Já Diego Cavalieri, um dos líderes e jogadores com mais tempo de casa, está no Fluminense desde dezembro de 2010. Campeão do Brasileiro, da Primeira Liga e do Campeonato Carioca, o camisa 12 é ídolo da torcida, mas chegou a ser contestado por parte dos torcedores nesta temporada. Porém, seguiu como titular absoluto da equipe de Levir Culpi. Em 2016, são 50 partidas pelo Flu.

Respeitando a história do concorrente, Júlio César reforçou o desejo de seguir como titular e espera já estar dando uma "boa dor de cabeça" para Levir Culpi.

- O profissionalismo tem que imperar sempre. Todos buscam seu espaço e trazer uma dor de cabeça positiva. É algo bom, mas o Levir que vai optar pela decisão. Quem está fora quer entrar. Quem está dentro não quer sair. Nosso professor vai ficar com essa dor de cabeça boa - avaliou o camisa 22 do Flu.