Fluminense x Ponte Preta

Flu venceu os dois jogos que fez no Giulite Coutinho no Brasileiro (Foto: Reginaldo Pimenta/Raw Image/Lancepress!)

LANCE!
29/08/2016
06:00
Rio de Janeiro (RJ)

Sem o Maracanã – ou qualquer outro estádio para chamar de casa durante todo o primeiro semestre de 2016 –, as viagens tornaram-se parte da rotina do elenco do Fluminense, que se reapresentou na segunda-feira na sede das Laranjeiras após a derrota para o Palmeiras em Brasília. Apesar de mandante, o Tricolor atuou com a maioria da torcida no Mané Garrincha de palmeirenses. Todas essas adversidades não existirão nos próximos compromissos.

Dos nove jogos que disputará nos próximos 32 dias, o Fluminense atuará no Giulite Coutinho, em Mesquita, cinco vezes, começando contra o Corinthians nesta quarta, pela jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Para Gum, jogar em Edson Passos pode, e deve, fazer a diferença a favor do Tricolor.

– Sem dúvidas (somos mais fortes). Ter o ambiente, a torcida ao lado, são fatores que nos ajudam. Mas temos a consciência que temos que fazer nosso máximo para ganhar. A união entre torcida e time pode ser fundamental - comentou o camisa 3.

A vantagem de jogar no Giulite Coutinho – palco de dois jogos e duas vitórias do Flu no Brasileiro – vai além do apoio da torcida. Gum acredita que o grupo ganha na parte técnica e tática, já que "sobram" dias para treinar e descansar.

– É bom, com certeza. Ficar na sua cidade, sem viagem, menos cansaço. Às vezes a torcida não entende muito. Mas temos que nos preparar bem, saber que, independentemente disso, precisamos fazer uma boa sequência de resultados. Queremos uma classificação melhor – disse o zagueiro, antes de explicar melhor:

– Temos uma casa. Quando não se está nela, não estamos em casa. Quando se dorme na casa de um parente é a mesma coisa que dormir na sua cama? Não – avaliou o capitão.