RADAR / LANCE!
05/12/2016
18:20
Rio de Janeiro (RJ)

O Fluminense viu uma página feliz da sua história ganhar um ponto final. Magno Alves decidiu no último domingo encerrar sua trajetória nas Laranjeiras, deixando como lembranças gols, muito fôlego para sua característica correria e o carinho da torcida.

O jogador de 40 anos, porém, deixa grandes lembranças para quem esteve ao lado dele em sua trajetória no clube. Responsável por formar uma dupla de ataque infernal e que conduziu a equipe aos títulos da Série C de 1999 e do Carioca de 2002, Roni exalta a honra de ter tabelado com o Magnata:

- Magno Alves tem uma carreira vitoriosa com a camisa do Fluminense.  O que fica para mim é a gratidão, não apenas pelo futebol, mas por ele ser uma grande pessoa, com um grande caráter. A questão de parar é muito pessoal, e, se ele pensa que é o momento, espero que esteja focado em outro projeto - afirmou, ao LANCE!.

Treinador do título carioca do Fluminense em 2002, Robertinho não poupa adjetivos ao se lembrar de Magno Alves:

- As lembranças não são boas só pelo título e por ele ser o artilheiro da equipe, mas por sua postura nos treinamentos e na rotina no clube. Além de ser uma referência de qualidade, com a pontaria que a posição exige, ele é um bom jogador de grupo, que fica alheio a vaidades - relata, ao LANCE!.

Robertinho ainda analisou alguns fatores que podem ter pesado para o Magnata encerrar sua trajetória no Fluminense, e a avaliação sobre parar de jogar:

- Cada jogador avalia três pontos na hora de parar: motivação, condição física e saúde. Magno achou que chegou ao seu ideal, o que confesso que foi uma surpresa para mim. Ele ainda mostra ter condições para render bastante no clube, e fará muita falta ao Fluminense.