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Estádio Radialista Mário Heleno em Juiz de Fora vai receber semifinal da Primeira Liga (Foto: Reprodução/Juiz de Fora)

Paulo Victor Reis
23/03/2016
07:00
Rio de Janeiro (RJ)

A maratona do Flamengo nestes primeiros três meses do ano está dando o que falar. Os jogadores e o técnico Muricy Ramalho já falam abertamente sobre o assunto, admitindo cansaço e problemas causados pelo calendário desgastante, em meio a viagens e três competições simultâneas. Nesta quarta-feira, o Rubro-Negro encara o Atlético-PR, pela semifinal da Primeira Liga no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora (MG), o décimo segundo estádio visitado pelo clube da Gávea no ano.

Nesta temporada, o Flamengo já jogou no Castelão (CE), Arruda (PE), Raulino de Oliveira (RJ), Moacyrzão (RJ), Mané Garrincha (DF), São Januário (RJ), Giulite Coutinho (RJ), Kléber Andrade (ES), Mineirão (MG), Batistão (SE) e Pacaembu (SP). Ou seja, foram viagens para sete estados, além do Interior do Rio. Vale destacar que o Rubro-Negro não tinha o mando em todos estes jogos. O clube, porém, já optou por atuar em São Paulo, Brasília, Espírito Santo e agora Espírito Santo, além de fazer dois amistosos no Nordeste.

O Estádio Raulino de Oliveira foi o que mais recebeu jogos do Flamengo no ano. Foram quatro partidas, todas elas do Campeonato Carioca. Em três destes confrontos, o Rubro-Negro tinha o mando de campo. 

Sem poder contar com o Maracanã, a diretoria do Flamengo optou por mandar alguns jogos fora do estado do Rio neste ano. O Mané Garrincha é o favorito para se transformar na casa do clube no Campeonato Brasileiro, mas a CBF vetou a 'transferência oficial' da sede do Rubro-Negro na competição nacional, do Rio para a Capital Federal. O clube pode mandar jogos em Brasília, mas terá de negociar antes de todas as partidas.