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26/08/2015
20:18

A Policia Civil do Rio de Janeiro indiciou nesta semana o ex-diretor executivo de Fla-Gávea, Clement Izard, e outras cinco pessoas, sendo dois menores de idade. Entre os crimes, injúria, corrupção de menores, formação de quadrilha e falsa identidade, por conta de uma matéria falsa divulgada em grupos de WhatsApp envolvendo jogadores do Vasco. Caso forem condenados, podem pegar até 10 anos de reclusão. Já os menores seriam apreendidos.

A história começou no dia 24 de julho deste ano. Na ocasião, uma falsa matéria sobre um falso caso homoafetivo entre os Diguinho, do Vasco, e Bernardo, atualmente no Ceará. A matéria estava sendo atribuída ao jornalista Pedro Ivo Almeida, do portal UOL, com a suposta fonte de informação sendo atribuída falsamente ao jogador Romarinho, também do Vasco.

Em julho, o jornalista e os jogadores foram à Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), no Rio de Janeiro, para prestar queixa. No inquérito, Clement e um menor de idade foram atribuídos como autores do crime. Os demais indiciados contribuíram com o fato. Advogado das vítimas, Pablo Andrade comentou sobre o fim das investigações.

- Em tempos de humanização do uso das redes sociais, é inconcebível que as pessoas se utilizem covardemente da internet a fim de praticar crimes. Mais lamentável ainda que o crime tenha sido cometido por um ex-diretor do Clube de Regatas do Flamengo, com o intuito de injuriar atletas, jornalista e abalar uma instituição rival. Pior ainda é ver ainda que o mentor de tudo envolveu e incentivou menores. O trabalho da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, foi imprescindível para que situações como esta não voltem a ocorrer e os autores sejam punidos exemplarmente na forma da lei - disse.

O LANCE! tentou contato com Clemént Izard, mas ele não foi encontrado até o fechamento desta reportagem.

A Policia Civil do Rio de Janeiro indiciou nesta semana o ex-diretor executivo de Fla-Gávea, Clement Izard, e outras cinco pessoas, sendo dois menores de idade. Entre os crimes, injúria, corrupção de menores, formação de quadrilha e falsa identidade, por conta de uma matéria falsa divulgada em grupos de WhatsApp envolvendo jogadores do Vasco. Caso forem condenados, podem pegar até 10 anos de reclusão. Já os menores seriam apreendidos.

A história começou no dia 24 de julho deste ano. Na ocasião, uma falsa matéria sobre um falso caso homoafetivo entre os Diguinho, do Vasco, e Bernardo, atualmente no Ceará. A matéria estava sendo atribuída ao jornalista Pedro Ivo Almeida, do portal UOL, com a suposta fonte de informação sendo atribuída falsamente ao jogador Romarinho, também do Vasco.

Em julho, o jornalista e os jogadores foram à Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), no Rio de Janeiro, para prestar queixa. No inquérito, Clement e um menor de idade foram atribuídos como autores do crime. Os demais indiciados contribuíram com o fato. Advogado das vítimas, Pablo Andrade comentou sobre o fim das investigações.

- Em tempos de humanização do uso das redes sociais, é inconcebível que as pessoas se utilizem covardemente da internet a fim de praticar crimes. Mais lamentável ainda que o crime tenha sido cometido por um ex-diretor do Clube de Regatas do Flamengo, com o intuito de injuriar atletas, jornalista e abalar uma instituição rival. Pior ainda é ver ainda que o mentor de tudo envolveu e incentivou menores. O trabalho da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, foi imprescindível para que situações como esta não voltem a ocorrer e os autores sejam punidos exemplarmente na forma da lei - disse.

O LANCE! tentou contato com Clemént Izard, mas ele não foi encontrado até o fechamento desta reportagem.