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28/08/2015
18:36

Depois da eliminação para o Santos na Copa do Brasil, parte da torcida do Corinthians gritou que "o Brasileiro virou obrigação". A cobrança, no entanto, não preocupou o técnico Tite, que disse entender o sentimento da torcida. Contudo, ele acredita que, após uma análise mais fria, os fanáticos alvinegros entendam a situação e as limitações da equipe.

- A torcida é movida por paixão pelo clube, amor... Se você perde, vai ficar contente? É natural que seja dessa forma, mas passado um, dois dias, eles sabem avaliar, ser coerentes. Mas eu exigir isso do torcedor, que é paixão? O mesmo fogo que acende e ilumina, queima - argumentou.

O que tirou a paciência de Tite foram perguntas sobre ter poupado jogadores na última quarta-feira, quando deixou Fagner e Elias na reserva. Por mais de uma vez durante entrevista coletiva nesta sexta-feira o treinador falou do assunto e admitiu estar incomodado com comentários da imprensa.

Claramente descontente, o treinador mudou o tom de voz e afirmou:

- O que tenho aqui é a credibilidade de um profissional de dizer que não priorizamos. A fisiologia, departamento médico e comissão não paga o preço de estourar um atleta. Perdemos porque o Santos foi melhor - disse.

- Deixa eu colocar uma situação que me incomoda e gostaria que as pessoas respeitassem. O técnico Tite não faz as coisas que quer, está dentro de uma hierarquia, que o comando é do Corinthians. Ele tem autonomia, mas não define quem fica fora de jogo. Ele respeita e sabe seu lugar. Se não jogou Elias e Fagner, essa decisão passou por todos, não vamos expor a saúde dos atletas - completou.

Depois da eliminação para o Santos na Copa do Brasil, parte da torcida do Corinthians gritou que "o Brasileiro virou obrigação". A cobrança, no entanto, não preocupou o técnico Tite, que disse entender o sentimento da torcida. Contudo, ele acredita que, após uma análise mais fria, os fanáticos alvinegros entendam a situação e as limitações da equipe.

- A torcida é movida por paixão pelo clube, amor... Se você perde, vai ficar contente? É natural que seja dessa forma, mas passado um, dois dias, eles sabem avaliar, ser coerentes. Mas eu exigir isso do torcedor, que é paixão? O mesmo fogo que acende e ilumina, queima - argumentou.

O que tirou a paciência de Tite foram perguntas sobre ter poupado jogadores na última quarta-feira, quando deixou Fagner e Elias na reserva. Por mais de uma vez durante entrevista coletiva nesta sexta-feira o treinador falou do assunto e admitiu estar incomodado com comentários da imprensa.

Claramente descontente, o treinador mudou o tom de voz e afirmou:

- O que tenho aqui é a credibilidade de um profissional de dizer que não priorizamos. A fisiologia, departamento médico e comissão não paga o preço de estourar um atleta. Perdemos porque o Santos foi melhor - disse.

- Deixa eu colocar uma situação que me incomoda e gostaria que as pessoas respeitassem. O técnico Tite não faz as coisas que quer, está dentro de uma hierarquia, que o comando é do Corinthians. Ele tem autonomia, mas não define quem fica fora de jogo. Ele respeita e sabe seu lugar. Se não jogou Elias e Fagner, essa decisão passou por todos, não vamos expor a saúde dos atletas - completou.