icons.title signature.placeholder Bruno Cassucci, Felipe Bolguese e Rodrigo Vessoni
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25/08/2015
07:30

Há meses, o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade afirma que reza todo dia para conseguir vender Alexandre Pato para a Europa, cuja janela de transferências internacionais se fecha em menos de uma semana. A relação, que já era ruim, ficou ainda pior quando o atacante entrou na Justiça para receber os direitos de imagem atrasados que, somados dez meses, chegaram a R$ 4 milhões.

– Eu nunca tentei acordo com o Pato. Se não devo nada para ele, não vou fazer acordo para quem não devo. Nunca dei um telefonema para ele, nem ninguém aqui dentro. Primeiro: o Corinthians não devia para o Pato, devia para uma empresa, e com essa empresa mantínhamos relacionamento e pagamos. O que o Pato fez foi tentar dar um "passa-moleque" (ludibriar). Ele não tinha direito de cobrar nada, o direito de imagem não é dele. Ele queria conseguir os direitos econômicos e sair livre. A justiça mostrou que ele estava errado – afirmou o presidente do Timão, em entrevista exclusiva ao LANCE!.

Andrade refere-se ao fato de Pato ter vendido sua imagem em 2007 para Chaterella Investors Limited, sediada em Londres (ING), quando ainda atuava pelo Milan (ITA). Por conta disso, o débito corintiano era com a empresa, e não com o jogador.

No início de junho, Pato processou o Corinthians por conta da falta de pagamento e pediu a rescisão do contrato, o que lhe daria os 100% dos direitos econômicos – a divisão sempre foi 60% do clube e 40% do jogador. Após o valor ser depositado, e o pedido de liminar, negado pela Justiça, ele decidiu retirar a ação.

O atacante está emprestado ao São Paulo até dezembro e uma cláusula no contrato permite uma venda imediata, sem anuência do clube do Morumbi, por uma proposta de 10 milhões de euros (R$ 41,3 milhões). Ele foi oferecido para diversos clubes europeus, entre eles Lazio (ITA), Internazionale de Milão (ITA), Galatasaray (TUR), Fenerbahçe (TUR), Tottenham (ING) e Sunderland (ING), mas até então nenhum deles chegou à oferta ideal. O Timão segue de todas as formas tentando vendê-lo agora.

Para o presidente, a má relação entre as partes não vai impedir em um possível sucesso do desfecho.

– Dinheiro não atrapalha ninguém. Na hora que abanar o dinheiro, abraça correndo. Ele é funcionário do clube. Eu quero vender. Ele pode dizer que não vai? Tudo pode. O que ele vai ganhar com isso? – disse, garantindo que oferecer a vários clubes não o desvaloriza.

– Não muda nada. A bola entra, ele chuta, não muda nada, essa é minha vontade de vender, eu não preciso falar o contrário. Ou vocês querem que eu faça um busto do Pato aqui? Eu quero vender, se ele vai, não vai... aí é negócio, não dá para responder por ele – disse.

Pato foi contratado em janeiro de 2013 do Milan, por R$ 40 milhões. Após passagem ruim, ele foi envolvido numa troca com o meia Jadson, em fevereiro do ano passado.

Há meses, o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade afirma que reza todo dia para conseguir vender Alexandre Pato para a Europa, cuja janela de transferências internacionais se fecha em menos de uma semana. A relação, que já era ruim, ficou ainda pior quando o atacante entrou na Justiça para receber os direitos de imagem atrasados que, somados dez meses, chegaram a R$ 4 milhões.

– Eu nunca tentei acordo com o Pato. Se não devo nada para ele, não vou fazer acordo para quem não devo. Nunca dei um telefonema para ele, nem ninguém aqui dentro. Primeiro: o Corinthians não devia para o Pato, devia para uma empresa, e com essa empresa mantínhamos relacionamento e pagamos. O que o Pato fez foi tentar dar um "passa-moleque" (ludibriar). Ele não tinha direito de cobrar nada, o direito de imagem não é dele. Ele queria conseguir os direitos econômicos e sair livre. A justiça mostrou que ele estava errado – afirmou o presidente do Timão, em entrevista exclusiva ao LANCE!.

Andrade refere-se ao fato de Pato ter vendido sua imagem em 2007 para Chaterella Investors Limited, sediada em Londres (ING), quando ainda atuava pelo Milan (ITA). Por conta disso, o débito corintiano era com a empresa, e não com o jogador.

No início de junho, Pato processou o Corinthians por conta da falta de pagamento e pediu a rescisão do contrato, o que lhe daria os 100% dos direitos econômicos – a divisão sempre foi 60% do clube e 40% do jogador. Após o valor ser depositado, e o pedido de liminar, negado pela Justiça, ele decidiu retirar a ação.

O atacante está emprestado ao São Paulo até dezembro e uma cláusula no contrato permite uma venda imediata, sem anuência do clube do Morumbi, por uma proposta de 10 milhões de euros (R$ 41,3 milhões). Ele foi oferecido para diversos clubes europeus, entre eles Lazio (ITA), Internazionale de Milão (ITA), Galatasaray (TUR), Fenerbahçe (TUR), Tottenham (ING) e Sunderland (ING), mas até então nenhum deles chegou à oferta ideal. O Timão segue de todas as formas tentando vendê-lo agora.

Para o presidente, a má relação entre as partes não vai impedir em um possível sucesso do desfecho.

– Dinheiro não atrapalha ninguém. Na hora que abanar o dinheiro, abraça correndo. Ele é funcionário do clube. Eu quero vender. Ele pode dizer que não vai? Tudo pode. O que ele vai ganhar com isso? – disse, garantindo que oferecer a vários clubes não o desvaloriza.

– Não muda nada. A bola entra, ele chuta, não muda nada, essa é minha vontade de vender, eu não preciso falar o contrário. Ou vocês querem que eu faça um busto do Pato aqui? Eu quero vender, se ele vai, não vai... aí é negócio, não dá para responder por ele – disse.

Pato foi contratado em janeiro de 2013 do Milan, por R$ 40 milhões. Após passagem ruim, ele foi envolvido numa troca com o meia Jadson, em fevereiro do ano passado.