Craque da Costa Rica, Bryan Ruiz fez o gol no triunfo de 1 a 0 sobre a Itália e no empate por 1 a 1 com a Grécia, nas oitavas. Os costarriquenhos avançaram nos pênaltis

Bryan Ruiz acredita em outra ótima campanha da Costa Rica na Copa (Foto: AFP)

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14/06/2018
14:57
São Paulo (SP)

Por conta da surpreendente campanha da Costa Rica na última Copa do Mundo, a responsabilidade por mais um bom desempenho aumentou. Em 2014, a seleção da América Central chegou até as quartas de final, fase que foi eliminada pela Holanda nos pênaltis. Por isso, segundo Bryan Ruiz, capitão da equipe, esse Mundial será mais complicado. Os costa-riquenhos estão no Grupo E, ao lado de Suíça, Sérvia e Brasil.

- Acho que será mais difícil para nós. Primeiro, porque nossos rivais estarão mais preparados pelo o que fizemos há quatro anos, e depois porque o grupo é muito igual, com exceção do Brasil que é um pouco melhor. Os outros três times, Sérvia, Suíça e Costa Rica são muito parecidos. A minha opinião é que as três seleções vão lutar por uma vaga, pois o Brasil é muito forte no momento. É por isso que este primeiro jogo contra a Sérvia é muito importante para nós vencermos, mas obviamente a Sérvia pensa o mesmo, que é importante nos vencer para ter a chance de passar de fase. Temos que estar totalmente focados na estreia - afirmou.


A estreia da Costa Rica será no próximo domingo, contra a Sérvia, às 9 horas, em Samara. Bryan Ruiz exaltou o elenco sérvio e destacou a experiência como ponto forte de seus próximos adversários.

- Eles têm muito bons jogadores. Apesar de terem mudado de técnico recentemente, os jogadores têm muita experiência. Eu não sei como é o espírito de equipe deles, o que é importante em uma Copa do Mundo, mas eles têm jogadores realmente bons que podem fazer a diferença. Então, temos que nos concentrar em não deixar que esses jogadores tomem conta do jogo - disse.

E mesmo às vésperas do primeiro jogo na Copa da Rússia, o meia ressaltou a ótima campanha no Brasil e ainda desabafou sobre sua história na seleção.

- Foi histórico para nós e, eu sendo capitão, foi uma honra e uma recompensa pelo trabalho, e paciência porque eu perdi duas Copas do Mundo antes. Para a África do Sul não conseguimos nos classificar e, em 2006 fiquei de fora da seleção. Então perdi duas Copas e com trabalho e paciência, sou o capitão da seleção oito anos depois. Então acho que foi uma recompensa do trabalho. Estou muito feliz e honrado por ter feito parte dessa história - finalizou Bryan.