RADAR / LANCE!
24/10/2016
16:26
Rio de Janeiro (RJ)

A arbitragem segue dando o que falar nesta reta final do Brasileirão. Ao fim da 32ª rodada, houve muita polêmica pelo país afora, em especial na briga pelas primeiras colocações.

Ao final da vitória por 2 a 1 do Palmeiras sobre o Sport, os leoninos ficaram na bronca por um pênalti não marcado por Ricardo Marques Ribeiro em toque de mão de Yerri Mina dentro da aérea. Especialista em Arbitragem da Academia LANCE!, José Roberto Wright esclarece:

- Pela nova determinação da Fifa, é considerado pênalti. Mas, a meu ver, foi um toque involuntário. O Mina sequer visava a bola no momento em que ela tocou em seu braço.

Wright ratificou a irregularidade no primeiro gol de Guerrero do empate em 2 a 2 entre Flamengo e Corinthians, com arbitragem de Anderson Daronco:

-  Foi um gol ilegal. A jogada, inclusive, foi idêntica ao impedimento que casou polêmica no Fla-Flu.

Segundo o ex-árbitro, o Figueirense teve razões de sair de campo criticando a arbitragem de Grazziani Maciel Rocha no revés por 3 a 0 para o Atlético-MG. Aos seus olhos, houve um pênalti não marcado para a equipe catarinense:

-  O Rafael Silva foi derrubado pelo Victor no momento em que girou diante do goleiro.

José Roberto Wright apontou altos e baixos em relação à maneira como os árbitros coibiram a violência. Segundo ele, a confusão no Gre-Nal não foi bem controlada por Francisco Carlos Nascimento:

-  Houve uma briga generalizada na partida, na qual ao menos seis jogadores deviam ser expulsos. Além disto, o árbitro acabou colocando para fora o Rodrigo Dourado, que não tinha nada a ver com o episódio.

Em relação à expulsão de Kleber Gladiador no empate em 1 a 1 do Coritiba com o Fluminense, Wright exaltou a postura do árbitro Raphael Claus:

- O jogador foi muito bem expulso. Enquanto muitos árbitros ignoram ofensas, o Raphael Claus mostrou autoridade diante do Kleber e soube controlar o jogo.