Ana Canhedo e Bruno Grossi
08/09/2016
00:17
São Paulo (SP) 

O triunfo do Palmeiras sobre o São Paulo, de virada, saiu por gols de dois zagueiros. Mas os principais artífices dela foram Gabriel Jesus e Dudu, os dois astros do Verdão. Do lado tricolor, Kelvin foi o destaque, gerando bastante preocupação para o setor defensivo alviverde. Confira as notas: 

PALMEIRAS 

6,0
JAILSON

Não teve culpa no lance do gol são-paulino. Não foi exigido durante o primeiro tempo. No segundo, fez algumas boas defesas.

5,5
JEAN

Foi dele a cobrança de falta que resultou no gol de Mina, mas foi dele também o erro na marcação no gol do São Paulo.

7,0
MINA

Apesar de tomar cartão, fez falta providencial para evitar o segundo gol. Marcou de cabeça. Foi muito bem na partida.

6,5
VITOR HUGO

Errou na marcação no gol do São Paulo ao tentar agarrar Chavez e deixá-lo finalizar. Marcou de cabeça em gol que deu a vitória ao time. 

5,5
ZÉ ROBERTO

Fez boa partida em seu setor, com chegadas importantes ao ataque. Mas perdeu chance claríssima de marcar o gol.

6,5
TCHÊ TCHÊ

Boa partida do meio-campista palmeirense. com mobilidade, deu opção no setor. Peça importante para o time.

6,0
GABRIEL

Partida discreta do volante. Jogou bem recuado, mais preocupado com a marcação, saindo pouco para o jogo.

5,0
ALLIONE

Embora tenha mostrado vontade, não conseguiu dar lucidez ao time do meio para frente. Deixou Kelvin cruzar para Chavez no gol são-paulino.

6,5
MOISÉS

Melhorou muito no segundo tempo, clareando mais as jogadas.  Boa visão de jogo. Importante na marcação, bons desarmes.

7,5
DUDU

Deu assistência ao cobrar escanteio para Vitor Hugo marcar. Ótima visão de jogo e lançamentos precisos. Foi muito bem.

5,5
RAFAEL MARQUES

Partida discreta do camisa 19. Atraiu a marcação e tentou ajudar se movimentando à frente. Pouco efetivo.

7,0
GABRIEL JESUS

Mudou a partida quando entrou, brigou pela bola e teve chance de marcar. Deixou o Palmeiras mais perigoso.

6,0
THIAGO SANTOS

Entrou para ajudar a proteger a linha de defesa do Palmeiras e cumpriu seu papel com marcação forte no meio-campo.


CLEITON XAVIER

Entrou aos 45 minutos do segundo tempo. Fica sem nota.

6,5
CUCA

Escalação inicial deixou a desejar na criação à frente. Allione pela direita não foi bem. Acertou ao utilizar Gabriel Jesus.

SÃO PAULO 

6,0
DENIS

Provocou sustos com o pé no primeiro tempo e em lance com Dudu no segundo. Fez duas grandes defesas.

5,5
WESLEY

Apesar da desconfiança, em seu setor o Palmeiras pouco criou. Foi mal nas bolas paradas e discreto no apoio.

5,0
RODRIGO CAIO

Enquanto aguentou jogar, foi preciso pelo alto, mas as seguidas saídas para atendimento atrapalharam o time.

6,0
MAICON

Salvo jogada em que entregou para Jesus, teve a firmeza de sempre para desarmes. Quase marcou em cobrança de falta.

4,5
CARLINHOS

Errou praticamente tudo o que tentou e mais uma vez saiu lesionado. Na marcação, cansou de levar bolas nas costas.

6,0
HUDSON

Mais recuado do que em toda a temporada, foi essencial para que o Palmeiras não sufocasse o São Paulo.

5,5
THIAGO MENDES

Na teoria, poderia sair para atacar mais vezes, mas ficou muito preso diante do forte meio de campo palmeirense.

5,0
JOÃO SCHMIDT

Apático no primeiro tempo, sumido no segundo. Errou muitos passes e não fez bem a recomposição.

7,0
KELVIN

Jogou sozinho no primeiro tempo, fez a jogada do gol de Chavez e infernizou Zé Roberto e Jean nas duas pontas.

4,5
LUIZ ARAÚJO

Totalmente improdutivo na fogueira em que precisou entrar. Preocupado em marcar, não deu as caras no ataque.

6,0
CHAVEZ

Brigou muito – e sozinho – para tentar abafar a defesa rival. Depois, mostrou oportunismo para marcar mais uma vez.

5,5
LYANCO

Atuação regular, mas minada pela ineficiência da defesa nas jogadas aéreas dos gols marcados pelo Palmeiras.

5,0
MENA

Para quem jogou 90 minutos na terça-feira pelo Chile, correu demais. Exagerou em falta que originou o primeiro gol do Verdão

5,0
DANIEL

A circulação da bola no ataque ganhou um pouco mais de consciência, mas nada que ameaçasse a vitória alviverde.

5,5
RICARDO GOMES

Diante do material disponível, armou time competitivo. Pecou ao insistir em João Schmidt como armador.