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22/08/2015
08:00

A estreia de Ricardo Gomes foi no empate sem gols com o Luverdense. Em seguida, derrota por 1 a 0 para o Santa Cruz. Contra o ABC e contra o América-MG, foi necessário virar o placar para vencer a partida. A torcida gostou da reação e, neste domingo, vai abraçar o time. No duelo contra o Paysandu, o estádio Nilton Santos vai ter até quebra de público do ano. É a oportunidade ideal para o Glorioso, pela primeira vez com o atual treinador, construir uma vitória mais tranquila, saindo na frente no placar.

O técnico Ricardo Gomes sabe que, para atingir este objetivo, o time não pode se desconcentrar. Apesar da importância dos que vão à arquibancada do estádio, dentro de campo a história é outra. Ele pede que a organização da equipe não mude pelo apoio que os atletas vão receber:

- O jogador, para estar no Botafogo, tem que saber que está em um clube grande. Normalmente já seria assim (estádio cheio) constantemente, e vamos melhorar isso. Agora, vamos enfrentar um time organizado, e temos que estar organizados também. A torcida faz o dela, a gente faz o nosso. O apoio é muito importante, mas não podemos misturar – alerta o técnico, temendo um time afobado e que, assim, ficaria exposto.

O Glorioso precisaria, então, manter a serenidade habitual do comandante. Isso para evitar que, se por acaso o time sair atrás do placar mais uma vez, a pressão da torcida não tenha efeito contrário.

A segunda posição no campeonato é boa. Mesmo assim, para ter uma sequência segura e garantir o acesso, é preciso mais regularidade. Até porque, quando melhor o rendimento do time, mais a torcida vai abraçá-lo. Por isso, para sair na frente, a ansiedade precisa ficar longe.

- Quanto à ansiedade, o cara tem que entender o Botafogo. Tem que ter muita raça, mas ansiedade vai levar o time a ficar perdido em campo. Esquece a divisão. É o Botafogo, em casa, espero que seja contínua a presença da torcida em grande número - torce o técnico.

Os números também jogam a favor: se o ataque fizer a parte dele e sair na frente, a melhor defesa do campeonato (12 gols sofridos) deve dar conta de segurar o ímpeto rival. O ataque, que já foi o melhor da Série B, hoje é o segundo.mais eficiente. Amanhã, a busca pela tranquilidade passa pelo sucesso destes setores. Desde o início do jogo.

A estreia de Ricardo Gomes foi no empate sem gols com o Luverdense. Em seguida, derrota por 1 a 0 para o Santa Cruz. Contra o ABC e contra o América-MG, foi necessário virar o placar para vencer a partida. A torcida gostou da reação e, neste domingo, vai abraçar o time. No duelo contra o Paysandu, o estádio Nilton Santos vai ter até quebra de público do ano. É a oportunidade ideal para o Glorioso, pela primeira vez com o atual treinador, construir uma vitória mais tranquila, saindo na frente no placar.

O técnico Ricardo Gomes sabe que, para atingir este objetivo, o time não pode se desconcentrar. Apesar da importância dos que vão à arquibancada do estádio, dentro de campo a história é outra. Ele pede que a organização da equipe não mude pelo apoio que os atletas vão receber:

- O jogador, para estar no Botafogo, tem que saber que está em um clube grande. Normalmente já seria assim (estádio cheio) constantemente, e vamos melhorar isso. Agora, vamos enfrentar um time organizado, e temos que estar organizados também. A torcida faz o dela, a gente faz o nosso. O apoio é muito importante, mas não podemos misturar – alerta o técnico, temendo um time afobado e que, assim, ficaria exposto.

O Glorioso precisaria, então, manter a serenidade habitual do comandante. Isso para evitar que, se por acaso o time sair atrás do placar mais uma vez, a pressão da torcida não tenha efeito contrário.

A segunda posição no campeonato é boa. Mesmo assim, para ter uma sequência segura e garantir o acesso, é preciso mais regularidade. Até porque, quando melhor o rendimento do time, mais a torcida vai abraçá-lo. Por isso, para sair na frente, a ansiedade precisa ficar longe.

- Quanto à ansiedade, o cara tem que entender o Botafogo. Tem que ter muita raça, mas ansiedade vai levar o time a ficar perdido em campo. Esquece a divisão. É o Botafogo, em casa, espero que seja contínua a presença da torcida em grande número - torce o técnico.

Os números também jogam a favor: se o ataque fizer a parte dele e sair na frente, a melhor defesa do campeonato (12 gols sofridos) deve dar conta de segurar o ímpeto rival. O ataque, que já foi o melhor da Série B, hoje é o segundo.mais eficiente. Amanhã, a busca pela tranquilidade passa pelo sucesso destes setores. Desde o início do jogo.