O eterno Ayrton Senna foi tricampeão da F1, nos anos de 1988, 1990 e 1991

Ayrton foi tricampeão mundial de Fórmula 1 antes de morrer, em 1994 (Foto: JEAN-LOUP GAUTREAU / AFP)

Felippe Rocha
19/05/2017
06:00
Rio de Janeiro (RJ)

A atuação do Botafogo contra o Atlético Nacional pode não ter sido brilhante, mas foi eficiente o suficiente para garantir a classificação da equipe alvinegra para as oitavas de final da Copa Libertadores da América. E a disposição dos jogadores no duelo desta quinta teve uma inspiração quase que infalível: Ayrton Senna foi utilizado na preleção.

O ex-piloto, tricampeão de Fórmula 1, e morto em 1994, após acidente durante uma prova, foi utilizado como exemplo. Em vídeo, a comissão técnica quis transmitir a seriedade, a garra e a determinação com que o ídolo nacional geriu a vida profissional. O vice-presidente de futebol, Cacá Azeredo, relata que a estratégia funcionou.

- No final, ainda passaram um vídeo bonito do Ayrton Senna, as etapas que ele passou. Aquilo motiva o jogador. A gente vai chegar - garantiu o dirigente.

Se os jogadores estavam vibrantes em campo, após a partida eles estavam visivelmente emocionados. O lateral-esquerdo Victor Luís explica que as derrotas para o Barcelona (EQU) e para o Grêmio exigiram uma chacoalhada já durante a semana, e que a imagem de Ayrton Senna foi proveitosa.

- Durante a semana, nos cobramos. Foi jogo ruim para nós, lá em Porto Alegre (RS). Na preleção teve o vídeo, e o cara foi muito vitorioso na profissão e na vida. Isso nos motivou e nos motiva muito. Foi um fator especial para esse grande jogo que fizemos hoje (quinta) - analisa.