Galeria especial - Garrincha (Foto: Wagner Meier)

Juraciara destacou também que Garrincha era botafoguense doente  (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

Diego Lopes e Vinícius Perazzini
20/11/2015
12:00
Magé (RJ)

Se nos gramados Garrincha esbanjava alegria, no convívio com a família ele não era diferente. Juraciara,, uma das filhas de Mané, conta que o pai era muito amoroso e que gostava de aproveitar ao máximo os momentos ao lado de seus filhos

– Lembro dele chegando de Fusca e chamando a gente para dar um abraço. Ele sempre perguntava: "minha filha, tudo bem com você?". Eu respondia que sim e ele me dava um abraço. Lembro da gente dançando twist na sala. Era uma época alegre à beça – relembra Juraciara,.

Com pernas tortas semelhantes as do pai, Juraciara relembra os momentos que viveu ao lado de Mané. Ela conta que mesmo em meio a sua grandeza, o ídolo alvinegro era muito humilde e que ele ficava muito feliz quando voltava para a cidade que nasceu. 

- Eu convivi com meu pai. Mesmo já jogador, jogava bola nos campos aqui do bairro. Ele jogava muito pelos campos daqui. Ele era muito humilde. As pessoas chamavam ele na rua: "Garrincha, vem aqui jogar bola", e ele ia correndo. Ele era um homem feliz e Botafogo doente.