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RUMO A PEQUIM
Sempre gostei de esportes e trouxe essa minha paixão para minha vida profissional. Eu me formei na Facha, no Rio de Janeiro, em 2003, e, desde então, venho trabalhando na área esportiva. Neste blog, pretendo trazer as principais notícias sobre os Jogos Olímpicos de Pequim-2008.
felipem@lancenet.com.br |
Já estou em Pequim. Confiram o blog Direto da Chinapostado por Felipe Mendes Caros leitores,
Cheguei no início da tarde desta sexta-feira, ainda madrugada no Brasil, na China. Eu e meus colegas de cobertura desembarcamos em Pequim após uma longa viagem, com direito a conexão em Dubai, nos Emirados Árabes.
A partir de agora, todas as curiosidades sobre o país da Olimpíada poderão ser lidas no blog Direto da China, em que eu e meus colegas de viagem contaremos um pouquinho do que está acontecendo na terra de Mao por conta dos Jogos Olímpicos.
Agradeço a quem acompanhou este blog desde o início e convido a conhecer o novo espaço dedicado à Olimpíada aqui no LANCENET!.
Saudações olímpicas. |
Improviso em prol do tênis de mesapostado por Felipe Mendes Outro dia escrevi um post aqui no blog falando da popularidade do tênis de mesa na China. Esporte este que deve ser muito procurado pelos torcedores chineses na Olimpíada de Pequim. Agora escrevo este outro post para complementar o assunto.
Enquanto no Brasil encontramos um campinho de futebol em qualquer lugar, seja ele de grama ou terra batida, na China mesas para a prática do tênis de mesa estão espalhadas por tudo quanto é canto.
No Brasil, na falta de um campinho em si, improvisa-se um. E o gol, muitas vezes, é demarcado com chinelos, pedras ou tijolos. Na China, tal atitude ocorre com o tênis de mesa.
Os dois garotinhos da foto que ilustra este post tinham as raquetes e as bolinhas. Mas não tinham a rede para colocar na mesa. O que eles fizeram? Utilizaram tijolos para separar os lados.
Sempre dá-se um jeito para praticar esporte. Seja no Brasil, seja na China, seja em qualquer outro lugar do mundo. Viva o esporte!
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Chineses comemoram retorno de Yao Mingpostado por Felipe Mendes Os torcedores chineses respiram aliviados. O jogador de basquete do Houston Rockets, o pivô Yao Ming, um dos candidatos a acender a pira olímpica na cerimônia de abertura da Olimpíada, voltou a jogar.
O gigante chinês está participando da Copa Stankovic, na cidade de Hangzhou, na província de Zhejiang, no leste da China. Na noite de sábado, a seleção chinesa foi derrotada pela Angola, por 72 a 71, mas o placar foi o que menos importou.
Atleta chinês mais bem pago no mundo, Ming sofreu uma fratura por estresse no pé esquerdo, no final de fevereiro. A lesão foi descoberta durante um treinamento dos Rockets.
Na Olimpíada, a China está em um grupo bem complicado. Nesta primeira fase, Ming e companhia terão pela frente os Estados Unidos e a Espanha, atual campeã mundial.
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Acabou o sonho do basquetepostado por Felipe Mendes Acabou o sonho. A Seleção Brasileira masculina de basquete acaba de perder para a Alemanha, por 78 a 65, pelas quartas-de-final do Pré-Olímpico Mundial, em Atenas (GRE).
O Brasil até que começou bem o jogo. Mas, quando vencia por 21 a 17, no segundo quarto, um verdadeiro apagão acabou com a equipe. A Alemanha virou e disparou no placar.
Nos dois quartos seguintes o Brasil até tentou uma reação, mas o placar elástico impediu que a situação mudasse.
É triste ver o Brasil novamente fora de uma Olimpíada. Desde Atlanta-1996 a Seleção masculina não disputa os Jogos.
O basquete masculino brasileiro em quadra é o reflexo de uma administração com problemas. É reflexo de um grupo que precisa saber controlar suas emoções. O time é bom, mas falta frieza. Falta controle emocional.
A ausência dos jogadores da NBA também deve ser destacada. Fizeram falta. Não cabe discutir agora os motivos que levaram os jogadores a não disputar o Pré-Olímpico Mundial.
O que precisa ser feito é mudar a situação fora de quadra. É preciso fazer trabalho de base, criar um trabalho com nossos treinadores. É preciso união entre os clubes e uma boa interação com a Confederação Brasileira de Basquete (CBB).
Hoje é um dia triste para o basquete masculino brasileiro.
Uma pena. |
Divulgar quem vai acender a pira dará sete anos de cadeiapostado por Felipe Mendes Imprensa da China e de todo mundo, muito cuidado. Se você, jornalista, souber o nome do atleta escolhido para acender a pira olímpica durante a cerimônia de abertura da Olimpíada de Pequim, segure o ímpeto e guarde a informação para si. Esqueça este furo.
Por quê? Porque aquele que revelar a identidade do atleta será condenado a sete anos de prisão.
Segundo a revista Outlook, só dez pessoas em toda a China (que tem uma população com cerca de 1,3 bilhão de habitantes) sabem quem acenderá a pira. É uma informação mais sigilosa do que as pesquisas sobre bomba atômica.
O chinês Yao Ming, primeiro jogador de basquete do país a disputar a NBA, e o atirador Xu Haifeng, que ganhou o primeiro ouro da China na Olimpíada de Los Angeles-1984, são os principais candidatos para encerrar o percurso da tocha, que passou por 20 países.
E aí, alguém se arrisca a publicar? Este furo eu faço questão de deixar passar.... |
Dicas de livros olímpicospostado por Felipe Mendes Outro dia o leitor Carlos Virgilio escreveu um comentário aqui no blog pedindo sugestões de livros sobre Olimpíadas. Então, resolvi postar aqui algumas dicas de boas leituras sobre a história dos Jogos.
- Universo Olímpico: Uma Enciclopédia das Olimpíadas. Autor: Eduardo Colli. Editora Códex.
- Sonhos mais que Possíveis: Histórias Reais de Superação, Amor e Determinação em Olimpíadas. Autor: Odir Cunha. Editora: Planeta.
- Os Arquivos das Olimpíadas. Autor: Maurício Cardoso. Editora: Panda Books.
- Olimpíadas: Fatos Interessantes sobre os Jogos Olímpicos. Autor: vários. Editora: Todolivro.
- 100 Anos de Olimpiadas: De Atenas a Atlanta. Autor: Maurício Cardoso. Editora: Scritta.
Boa leitura! |
Alemanha, o jogo decisivopostado por Felipe Mendes E a Seleção Brasileira masculina de basquete definirá se continua na briga pelo sonho olímpico contra a Alemanha, na sexta-feira. A equipe comandada pelo espanhol Moncho Monsalve foi derrotada há poucos minutos pela Grécia, no Pré-Olímpico Mundial.
São apenas três vagas em jogo. O Brasil precisa superar a temida Alemanha, do pivô Dirk Nowitzki. Se passar pelos alemães, a Seleção estará a um jogo da Olimpíada. Se perder, dará adeus ao sonho. A última vez que o basquete masculino brasileiro disputou os Jogos foi em Atlanta-1996.
O Brasil vai precisar jogar muito se quiser passar pela Alemanha. É difícil, mas não impossível. Vamos torcer.
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