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Espaço paraolímpico
Meu nome é Paulo Vitor Ferreira. Sou fanático por esportes paraolímpicos e fiz a cobertura de vários eventos nacionais e internacionais, como os Jogos Parapan-Americanos 2007, o Mundial de Futebol de Sete, o Meeting Internacional de Atletismo e Natação, o Circuito Brasil Paraolímpico e as semanas de treinamento das equipes de Futebol de Sete e Natação pré-convocadas para Pequim para jornais e sites especializados. Já fui setorista (repórter) de três grandes clubes do Rio (Flu, Bota e Fla). Atualmente trabalho no Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD).
pvlancenet@hotmail.com |
Natalie, nossa campeã!postado por Paulo Vitor Amputada da perna esquerda, a nadadora sul-africana Natalie du Toit ficou no 16º lugar da Maratona Aquática dos Jogos Olímpicos de Pequim. Ela não gostou do seu desempenho na prova, mas comemorou a sua presença na Olimpíada. De qualquer forma, Natalie merece o respeito de toda a comunidade desportiva do mundo. A nadadora foi a porta-bandeira da África do Sul na cerimônia de abertura.
Nos Jogos Paraolímpicos de Atenas-2004, conquistou cinco medalhas de ouro. |
Vôlei brasileiro treina com afinco para Pequimpostado por Paulo Vitor A seleção masculina de vôlei paraolímpico está reunida desde domingo (dia 17) nas instalações da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef) para a fase final de preparação para a disputa dos Jogos Paraolímpicos de Pequim. A equipe dirigida pelo campeão olímpico de 1992 (Barcelona) Amauri Ribeiro treina em dois períodos até o dia 27.
O Brasil participa pela primeira vez de uma edição da Paraolimpíada. A seleção masculina conquistou a vaga para Pequim ao conquistar a medalha de ouro no Parapan do Rio-2007. A modalidade foi criada no Brasil em 2003 e o Brasil já conquistou a medalha de bronze no Mundial Sub-23 em 2005.
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BOCHA!!!postado por Paulo Vitor Essa notícia é para o filho do jornalista Marlos Bittencourt, o craque de futebol Guilherme, fã de esportes para pessoas com deficiência. O Campeonato Brasileiro de Bocha acontecerá entre os dias 14 e 19 de outubro no Guarujá, em São Paulo. |
Grandes tricolorespostado por Paulo Vitor Dois atletas da equipe de natação paraolímpica do Fluminense Football Club participaram neste final de semana do Circuito Estadual Master. A competição foi realizada no Parque Aquático Jorge Frias de Paula, nas Laranjeiras. Felipe de Oliveira (30 anos) e Gustavo Aratanha (20), atletas com síndrome de Down, disputaram a prova dos 50m
livre.
O coordenador do projeto de esportes para pessoas com deficiência no clube é Felipe Desterro.
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Hipismo brasileiro de olho em Pequimpostado por Paulo Vitor A equipe de hipismo paraolímpico embarcou no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, neste domingo. Quatro atletas, um staff, um médico e a chefe de equipe (Marcela Pimentel) ficarão na Alemanha para o período de quarentena dos cavalos antes da viagem para Hong Kong, onde serão disputadas as provas da modalidade nos Jogos-2008. Um treinador e três tratadores franceses já estavam no país europeu à espera do grupo.
O Brasil terá 188 atletas, de um total de 319 integrantes, na competição mais importante do mundo para pessoas com deficiência, entre os dias 6 e 17 de setembro, na China. É a maior delegação brasileira paraolímpica da história.
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O segredo de Cielo!postado por Paulo Vitor Cesar Cielo entrou para a história ao conquistar a primeira medalha de ouro da natação brasileira em uma Olimpíada. Ele bateu o recorde olímpico dos 50m livre, com o tempo de 21s30. José Afonso Medeiros, o Caco, experiente nadador de 41 anos, com três Jogos Paraolímpicos no currículo e injustamente não-convocado para Pequim-2008, comentou sobre o resultado e revelou o segredo do sucesso de Cielo e do fenômeno Michael Phelps.
“O Cesar tem uma tática fundamental para os resultados excelentes que conseguiu nos Jogos de Pequim. Ele utiliza a mentalização, um trabalho psicológico feito momentos antes de uma prova decisiva. O Michael Phelps também a utiliza”, diz Caco, atleta da classe S7 (mielite transversa).
O nadador explicou um pouco mais sobre a técnica. “Momentos antes de competir, Cielo bate nas costas e segura a baliza. Nós chamamos isso de âncora. Essa é a mentalização. Eu também fiz isso nas Paraolimpíadas, mundiais e parapans. Sentava do lado da baliza, fechava os punhos e me concentrava”, afirma o campeão, que não esqueceu da emoção ao ver o feito de Cesar Cielo.
“Chorei muito. Fiquei emocionado mesmo. Na semifinal, Cielo competiu na raia oito. Muita gente nadaria sem tanta motivação. Ele buscou o resultado. Fantástico! Eu achava que ele conseguiria o ouro, pela atitude e por causa da técnica”, conclui o supercampeão de 41 anos.
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Basquete em cadeira de rodaspostado por Paulo Vitor A seleção brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas perdeu os dois amistosos contra os Estados Unidos, no último final de semana, na quadra do Lakeshore Foundation, nos EUA. No primeiro jogo, o Brasil perdeu por nove pontos de diferença (60 a 51). No segundo, venceu os dois primeiros quartos do jogo (29 a 26). Porém, no segundo tempo, os norte-americanos viraram para 63 a 51.
Segundo o técnico Itamar Silva, a fase preparatória para os Jogos de Pequim-2008 foi positiva. "As outras seleções brasileiras não tiveram uma oportunidade como a que tivemos. As partidas serviram para dar entrosamento à equipe. Agora, vamos consertar os erros", afirmou o treinador.
De acordo com o técnico dos Estados Unidos, Stephen Wilson, a renovação de alguns jogadores do Brasil pode ser o diferencial na Paraolímpíada. "Para nossa equipe, esse convívio nos treinamentos foi muito importante para também consertarmos nossos erros. O Brasil aumentou a estatura da equipe, com a entrada dos novos jogadores, e isso pode ser muito bom para eles em Pequim. Nós renovamos também. Esperamos conquistar o ouro na China", disse o treinador.
Recentemente, os norte-americanos venceram três vezes o Canadá: na final do Parapan-2007, na Copa América, em junho, e a última, há duas semanas, na Copa Roosevelt.
A seleção brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas ficou desde a última quarta-feira (dia 6) treinando diariamente no Lakeshore Foundation, um dos centros de atividades das modalidades olímpicas e paraolímpicas dos EUA.
Além das seleções brasileira e americana de basquete, a equipe de Rugby em Cadeira de Rodas dos Estados Unidos também utilizou o espaço como preparação final para Pequim.
Foto de Gustavo Carvalho
Colaborou a CBBC
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