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Blog do MONTEIRO
Formado pela Facha, iniciei a carreira em 1989, como estagiário no movimento sindical. De lá para cá, jornalismo foi a única coisa que fiz profissionalemente. Pós-graduado em 1998, pelo Jornal o Dia, onde trabalhei em duas oportunidades, e pela UniverCidade, desde então atuo como repórter. Atualmente, sou responsável pela cobertura diária do Botafogo.
monteiro@lancenet.com.br |
ROBERTO, CORTA ESSA!postado por Carlos Monteiro Tudo bem, sobrou para Roberto Dinamite uma herança maldita, blablablá, blablablá, blablablá... Mas o novo presidente vascaíno, que já cometera alguns vacilos durante o Brasileiro que culminou com o vexatótrio rebaixamento, está se esforçando para manter o time na Segundona. É evidente que jogadores de ponta não estão nem aí para disputar a Série B, mas também não precisa exagerar. Como presente de Natal, a torcida do Gigante ganhou o zagueiro Gian Mariano, pasmem, do Ipatinga. De tão inexpressivo que é o jogador, a contratação só pode ser para enfraquecer o time mineiro, concorrente direto do Vasco na Segundona. O sentimento não pode parar, é verdade. E, pelo visto, o sofrimento também não vai terminar, se a atual diretoria não encontrar o foco e perceber que o Vasco não deixou de ser Vasco. Não pode deixar qualquer um vestir a história camisa cruzmaltina de tantas glórias!
Como diria Jorge Benjor, "Roberto, corta essa!". |
Feliz 2009postado por Carlos Monteiro Mais um ano termina e o futebol do Rio, novamente, não tem nada a festejar. O Flamengo até parecia que ia, mas voltou a naufragar. O Botafogo deu a impressão que poderia ter dias melhores, mas também não alocançou nada mais do que a modesta classificação para a Sul-Americana, como o Rubro-Negro e o Fluminense.
Para os tricolores, a consagração pintou em cores bem vivas, mas a fatídica disputa de pênaltis contra a LDU transformou em pó o título da Libertadores.
Para os vascaínos, 2008 transformou-se no ano mais triste e vexatório dos 110 anos da vitoriosa história cruzmltina. A queda para a Segunda Divisão do Brasileiro e os cinco anos sem título (mais de 2000 dias, como lembra o amigo Guilherme de Paula, também repórter aqui do LANCE!) fez ruir a auto-estima dos vascaínos.
Todos esses percalços demonstram que o futebol carioca precisa ser repensado, administrado com mais profissionalismo. Chega de fanfarronices, bravatas e nenhum título.
Feliz 2009 a todos! |
VASCO NA SÉRIE B: JÁ ESTAVA ESCRITOpostado por Carlos Monteiro Foi confirmado ontem o que todos, até mesmo os mais otimistas, já sabiam. Com um time de qualidade (?) muita aquém do que merece a tradição de um dos clubes mais populares do mundo, o Vasco caiu melancolicamente, em casa. Grande mesmo foi a torcida. Lotou São Januário em todos os jogos nos quais o time mais precisou. Mostrou força, garra e inequívoca demonstração de amor ao Gigante da Colina.
Com a mesma intensidade que torceu, desesperou-se. Teve até quem se pendurasse na marquise do Caldeirão. Um suicídio abortado pelos bombeiros e outros torcedores, igualmente desesperados, mas conscientes de que esporte combina com vida, com espetáculo, e não com violência e morte.
Concordo plenamente com o mestre Sérgio Cabral, meu professor nos tempos de estudante da Facha, onde me tornei jornalista. Mestre, verdadeiramente, a história do Gigante da Colina não cabe no andar de baixo. Mas com o time que temos, mestre, a queda foi justa. Não houve um único jogo, nestes 38 disputados no Brasileiro, que o nosso Vasco tenha dado o mínimo indício de que poderíamos ter melhor sorte. Foi um desespero após o outro.
Jorge Luiz, Eduardo Luiz, Jonilson e outros botinudos, que acabaram por vestir a tradicinal camisa vascaína, protagonizaram cenas de deixar Didi Mocó morto de inveja. Trapalhadas, sofrimento e lágrimas.
As palavras escapam, a noite se anuncia longa. O sol voltará a brilhar, em matéria de futebol, somente em 2010. Isso se o Vasco subir no ano que vem. Com o time que temos, mestre, a terceira divisão é logo ali.
Acorda, Dinamite! |
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