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MARCELO MACHADO
Formado em Jornalismo e pós-graduado em Comunicação Empresarial, Marcelo Machado é mineiro, mas não fica em cima do muro: torce pelo Democrata, de Governador Valadares, sua cidade natal. Ao contrário de boa parte de seus conterrâneos, não emigrou para os Estados Unidos. Trabalha no LANCE! desde 1997.
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(Pelo menos uma) Alegria no centenáriopostado por Futebol Mineiro A rivalidade com o Flamengo está incrustada na cultura da torcida do Atlético. Ela é fruto dos históricos confrontos entre os dois times nos anos 80. É uma rixa que, desde então, mantém-se viva de geração em geração, independentemente da importância do jogo. O fato é que, principalmente pelo lado alvinegro, há sempre no ar um clima diferente, de decisão.
O Maracanã com quase 80 mil pessoas, no sábado, remetia à final do Brasileiro de 80, embora as diferenças fossem muitas. Não havia em campo craques como Reinaldo, Zico, Cerezo e Junior. Havia 60 mil pessoas a menos no estádio, isso sim. E, para completar, não era final de campeonato.
Mesmo assim, o fato é que o jogo de sábado tinha um Q daquela decisão. A começar pela confiança da torcida do Flamengo, que lotou o reduzido Maraca e insuflada que foi pela boa fase do time e pelo otimismo do presidente Márcio Braga, que andou falando até em título no papo.
Do outro lado, um Atlético marcado pelas decepções e problemas no ano de seu centenário. Goleadas humilhantes sofridas, nenhum título, renúncia de presidente, balada e dispensa de jogadores, caos político. E sem Marques em campo, além de Pet, este no banco por opção do técnico Marcelo Oliveira.
Em campo, o que se viu foi um jogo de um time só. E, acredite, este time foi o Atlético, que não deixou o Flamengo jogar e calou o Maracanã. Soou como uma homenagem ao time derrotado de 80. A vitória por 3 a 0, fora o baile, quebrou um tabu de 23 anos sem triunfo do Galo sobre o Fla no Maraca.
O jovem time atleticano esteve irretocável taticamente: marcação forte e adiantada, que, combinada à uma saída bem coordenada para o contra-ataque, liquidou o adversário.
Muitas peças do Galo brilharam. Renan Oliveira, autor do segundo gol e articulador maior no setor ofensivo, fez partida de craque. Castillo, Serginho, Márcio Araújo, Elton, Marcos, César Prates e Juninho também foram bem.
A bela vitória não rendeu título algum para o Atlético. Nem mesmo tirou o time da décima segunda posição ou pôs fim a ameaça de rebaixamento. Mas, por outro lado, mostrou que o Galo é maior do que todos o seus problemas e que ainda não perdeu a sua essência. Ainda.
Acorda, Galo!
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Cruzeiro na cola do Palmeiras e no vácuo do Grêmiopostado por Futebol Mineiro A vitória sobre o Ipatinga foi suada, apenas por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, no Mineirão, mas o fato é que o Cruzeiro permanece no encalço dos líderes do Brasileirão, agora a dois pontos do vice Palmeiras e a quatro do cabeça Grêmio. Ramires, o sobrevivente (você entenderá o porquê), garantiu os três pontos para a Raposa.
Depois de passar o ano quase todo com um ataque manco, à procura de um parceiro para Guilherme, o Cruzeiro resolveu o problema quando trouxe Thiago Ribeiro, mas, agora, o drama mudou-se para o meio-de-campo. Não é mais o mesmo.
Sem o lesionado Fabrício, o negociado Charles e o vetado Wagner, o técnico Adilson Batista escalou o que sobrou contra o Ipatinga: Henrique, Marquinhos Paraná, Ramires (o único do quadrado original, por isso o tal sobrevivente) e Gerson Magrão. Não é um meio-de-campo ruim, mas que é inferior ao anterior, não há dúvida alguma.
Com menos qualidade na saída de bola e também na parte criativa, o Cruzeiro teve dificuldades diante do esforçado Ipatinga. O gol celeste, marcado por Ramires aos 27 minutos, foi um achado. Não fosse a falha do goleiro Fernando, o primeiro tempo teria terminado 0 a 0.
Gerson Magrão, machucado, deu lugar a Camilo no início do segundo tempo, o que modificou ainda mais o meio-de-campo. E os primeiros 15 minutos foram de domínio do Ipatinga. Quando Thiago Ribeiro acertou a trave aos 17, o Cruzeiro já estava um pouco melhor, com boas chegadas de Ramires ao ataque, inclusive. Thiago Ribeiro caía bem pela esquerda, mas Guilherme não funcionava. Não por acaso chegou a ser vaiado.
No fim das contas, uma vitória magra, mas suficiente para manter o Cruzeiro vivo...
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A verdadeira história da noitada dos atleticanospostado por Futebol Mineiro A noitada dos atleticanos em Sampa, na véspera do jogo da semana passada contra o Palmeiras, não foi fielmente relatada pela diretoria do clube mineiro. A informação é de que o trio da balada teria saído do hotel para curtir a noite e voltado às cinco da manhã.
Na verdade, porém, Calisto, Lenílson e Mariano, que acabaram dispensados do Galo por conta do episódio, por justa causa, nem saíram do hotel onde a delegação estava hospedada na capital paulista.
O agito do trio aconteceu um andar abaixo, em um quarto reservado e pago por Lenílson. O trio se divertiu com três garotas. Sem bebida alcóolica.
Após o auê, ao voltarem para o quarto de cima, Calisto e Mariano não conseguiram entrar. Isso porque, a pedido do diretor de futebol Alexandre Faria, a recepção trocara o segredo da porta.
E a dupla dormiu no quarto de Lenílson, que o dividia com Tchô. Este, por sinal, nada teve a ver com a farra. Tchô dormia. Depois, abriu a porta para Lenílson, que salvou Calisto e Mariano de passarem a noite no corredor.
Conclusão:
1) O trio errou, sim, ao cometer esse desrespeito à regra do clube, burlando a concentração para o jogo, mas a história contada pela diretoria poderia ter sido a verdadeira.
2) E a dispensa, com direito a tumulto de facção na porta da sede do Galo e jogadores saindo de camburão, deveria ter sido conduzida de outra forma. Foi desumano jogar o trio aos leões.
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Presidente quer vender o Ipatingapostado por Futebol Mineiro O presidente do clube do Vale do Aço, Itair Machado, já confidencia a amigos que está inclinado a negociar o Ipatinga com algum parceiro ou grupo investidor. Assim, ele deixaria a presidência e poderia até mesmo integrar a diretoria do Cruzeiro para auxiliar o diretor de futebol Eduardo Maluf. Em tempo: Itair Machado e os irmãos Perrella têm uma relação de forte amizade e parceria comercial. |
Reforma do Independência: R$ 41 milhõespostado por Futebol Mineiro É esperada para a próxima sexta-feira a assinatura do contrato que vai passar, do América para a Ademg, a gestão do Independência, em regime de comodato, por cinco anos. Em 2009, o estádio do Horto passará por reformas, com recursos da União e do governo de Minas.
Após a conclusão das reformas, o Independência passará a sediar os jogos de América, Atlético e Cruzeiro, a partir de 2010, já que as obras de modernização do Mineirão terão início no referido ano, com vistas à Copa do Mundo de 2014. |
Eleição em BHpostado por Futebol Mineiro Nenhum ex-jogador se elegeu vereador em Belo Horizonte. Reinaldo teve 6.445 votos, mas não se reelegeu. Heleno, ex-Galo, e Robson, ex-Cruzeiro e América, não se elegeram, assim como Belmiro, massagista do Galo desde os anos 70.
Por outro lado, dois do cast esportivo da Rádio Itatiaia foram eleitos: o locutor Alberto Rodrigues e o repórter João Vítor Xavier. Orlando Augusto, apresentador do programa "Jogada de Classe", da TV Horizonte, não obteve sucesso. |
Parabéns, penta!postado por Futebol Mineiro Gilberto Silva completa 32 anos de idade nesta terça-feira 7 de outubro. O volante do Panathinaikos, da Grécia, desembarca no Rio na manhã de terça para se integrar à Seleção Brasileira, que enfrentará, pelas Eliminatórias, a Venezuela, no domingo, em San Cristóbal, e a Colômbia, na quarta-feira da semana que vem, no Rio. Pentacampeão em 2002, Gilberto Silva já acumula 89 convocações e 71 jogos pela Seleção, à frente de outros mineiros que fizeram história com a Amarelinha, como Cerezo, Reinaldo, Tostão e Éder. |
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