Santistas da nova e velha geração, motivos para preocupação temos de monte. É verdade que a Vila Belmiro é nossa casa, temos mais jogos dentro de casa nesse final de returno, mas listei algumas pontos que precisamos corrigir até o fim do torneio:
1) Sabe quando você fala uma coisa, tem certeza, e ninguém concorda? Quando o Santos mostrou melhora, eu disse que o Márcio Fernandes se perderia quando os rivais marcassem o arroz-com-feijão do Peixe. Dito e feito. E disse mais: que ele não tem qualidade para fazer mais do que isso. Espero mesmo que eu esteja errado queime a minha língua.
2) Denílson disse nos porquinhos, ontem, que futebol já não se joga mais com nome. Ele podia pedir umas dicar para o Kléber, por exemplo. Será que não?
3) O Douglas precisa entender, e darei um prêmio para quem conseguir ajudar, que não precisa querer aparecer mais do que os outros jogadores em campo. Fazer intervenções fantásticas é do jogo. Uma hora acontece!
São alguns alertas para que o time possa sair dessa situação. Eu poderia falar sobre a diretoria, mas não caberia no espaço.
Santistas da nova e velha geração, alguém sabe onde está o Sebastian Pinto? O André Belezinha? E o João Fumaça? Que fiquem bem escondidos, pois essa sina de tomar gol dos antigos refugos me incomoda.
Eu que tanto xinguei Fumagalli, Weldon, Rubens Cardoso, então... E eles continuaram me fazendo sofrer. Só que tem um detalhe: levar gol de Jonas considero improvável.
Santistas da nova e velha geração, João Pedro nos deu lições de superação em seus 12 anos de vida.
Tive a oportunidade de conhecê-lo e reverenciar em seu olhar, gestos e atitudes, a pureza rara em um ser humano. Tudo isso misturado ao fanatismo por um grande clube. Ele nos serve como exemplo de dedicação a um grande amor: o Santos F.C.
Também sou um apaixonado por essa instituição que preserva seus principais amantes. E que ontem, perdeu o maior deles. Fica com Deus, João Pedro.
Santistas da nove e da velha geração, será que só eu vejo que "excelente" Fabão só afunda nosso Peixe?
Com ele em campo é um deus-nos-acuda lá atrás. Pior, ele contamina toda a defesa alvinegra, que estava se acertando. Falo do esforçado Wendel e do bom Fabiano Eller, já o chinelinho Kléber manteve sua regularidade no jogo contra o Goiás.
Sem mais, hoje quero fazer uma homenagem a esse excelente zagueiro que já afundou o Peixe na Libertadores (alguém aí lembra dele perdendo na velocidade para o Seu Barriga do América?) e agora quer ver o Santástico na segundona.
Sorte a nossa é que mesmo com ele, o Peixe é "incaível", diferente do alvinegro da capital.
Santistas da nova e da velha geração, nunca fiquei tão em enfrentar o Fluminense.
Hoje, eles têm o Cuca no comando. Definitivamente não tem como eu estar mais animado com esse confronto.
Nosso Peixe é um dos melhores do returno, já vejo a vaga da Sul-Americana se aproximando, porém isso ainda é pouco para um clube do tamanho do Santástico.
Quando o Cuca chegou, achei que ele seria "o cara" para tirar nosso time da zona da degola. Mas que desastre foi aquela passagem!!! Era um tal de jogador improvisado que até os santistas mais fervorosos, daqueles que entendiam tudo de tática, não entendiam qual esquema adotado.
A culpa não foi só de Cuca, claro. O queridíssimo Marcelo Teixeira tem muita culpa nesse cartório.
A meta de Márcio Fernandes é conquistar dez pontos em quatro jogo, sendo três vitórias em casa e um empate fora.
Isso sim que é treinador! Ele não fez nenhuma mágica mirabolante e a defesa do Peixão não toma gols há três jogos! Aprendeu, Cuca?
Bom, que venha o Cuca e seu Fluminense rumo a Segundona.