Rafael Carioca Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini/Atlético MG)

Rafael Carioca Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini/Atlético MG)

LANCE!
06/12/2016
17:31
Belo Horizonte(MG) 

Mesmo com a derrota de  3 a 1 no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, no Mineirão, o Galo de Rafael Carioca está confiante na reversão do placar. O camisa  5 do Atlético-MG destacou que o trabalho de Diogo Giacomini, apesar de curto, é promissor. Além disso, ele garantiu que o Galo entrará muito empenhado para conquistar a vitória, com sangue nos olhos. 

 -Para gente nunca foi impossível. O nosso discurso é de que não vai ser fácil, mas pro Atlético nada nunca foi fácil. Na nossa cabeça não entra outra coisa a não ser o título. Não sei como vai ser o jogo, mas garanto que empenho não faltará, até por que no primeiro jogo ficou uma impressão muito ruim. Vamos entrar com sangue nos olhos para reverter isso- destacou o volante. 

Carioca destacou que este será o último jogo do Atlético-MG na temporada e por isso os jogadores têm que deixar em campo o último gás, o último esforço. Afinal, depois desse jogo, o Galo enfrentaria a Chape, mas já afirmou que não entrará em campo em respeito às vítimas da tragédia do acidente aéreo da última terça-feira. 

 - Temos que ser agressivos, mas com inteligência. O torcedor pode esperar um time muito mais aguerrido, com muita vontade de vencer. É o momento de cada um tirar um pouquinho de si, até porque é o último jogo da temporada e não vamos precisar nos doar mais em nada. Na quinta já estaremos de férias e então é o momento de todos se doarem mesmo- completou. 

Quanto ao trabalho de Giacomini, Rafael afirmou que  o mais importante é anular o meio-campo do Tricolor. 

 - O que o Diogo tem falado para gente é para espelhar o time como o Grêmio joga, o meio-campo.  Fazer o que o Grêmio vem fazendo, que é ter muito a posse de bola. Aqui no Mineirão eles mostraram isso. Sempre tinham dois ou três jogadores a mais que os nossos no meio-campo. E é isso que ele está procurando: preencher bem o meio-campo, trazendo a posse de bola pra gente, o que é muito importante no futebol moderno. Ele detectou este problema e começamos a treinar neste período da tragédia- finalizou.